Suspeito preso: polícia acredita que mulher morreu por negar sexo

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira (23), um homem suspeito de matar uma mulher a golpes de faca na madrugada da última segunda-feira (20), no bairro do Zé Pinheiro, em Campina Grande.  Wanderley Luna Nascimento, de 37 anos, foi preso na sua residência no próprio bairro.

De acordo com delegada Nercília Dantas, a polícia trabalha com a hipótese de que ele matou a mulher identificada como Poliana por ela ter se negado a fazer sexo com o suspeito.

De acordo com as investigações, Poliana era profissional do sexo e se encontrado com ele entre a noite do domingo e madrugada da segunda-feira. Por não ter sua vontade atendida, o suspeito teria se revoltado e praticado o feminicídio.

O suspeito juntamente com o pai dele foi levado no início da manhã de hoje para a Central de Polícia de Campina Grande. José Alexandre do Nascimento, de 71 anos, foi preso porque a polícia encontrou na casa dele durante cumprimento de mandado de busca e apreensão uma arma de fogo. O homem não teria porte ou posse para manter a arma em casa.

Roupas foram apreendidas na casa de Wanderley, sendo que uma das vestimentas a utilizada no dia do crime. Apesar roupa já ter sido lavada, ela passará por perícia.

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1