Suspeito de liderar quadrilha que montava barricadas em rodovias da PB é preso, diz polícia

Um suspeito de liderar uma quadrilha que realizava barricadas em rodovias e estradas da Paraíba foi preso na manhã deste sábado (9), após um cerco ser montado na zona rural do município de Santa Rita, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, o homem, de 25 anos, tinha dois mandados de prisão em aberto, por tráfico de drogas e homicídio.

Segundo a PM, ele estava em uma casa no distrito de Livramento. No local, foram apreendidos um revólver, mais de 15 munições e alguns papelotes de maconha.

O comandante do 7º Batalhão, tenente-coronel Pablo Cunha, informou que as barricadas eram montadas para que o grupo pudesse assaltar ônibus e caminhões e que vários casos estavam ocorrendo na BR-101, em direção ao estado do Rio Grande do Norte. Por isso, com base em informações repassadas para a Coordenadoria de Inteligência, a polícia conseguiu identificar e localizar o suspeito.

Além disso, o tenente-coronel explicou que em agosto de 2017 a quadrilha, que atuava nas rodovias que passam pelas cidades de Alagoa Grande e Areia, havia sido desarticulada pela PM. O comandante relatou que seis homens e duas mulheres do grupo foram presos à época, mas o suposto líder não.

Ainda conforme o comandante, a suspeita da polícia é que, após essas prisões, ele tenha juntado um novo grupo e voltado a agir desse modo. O homem foi encaminhado para a sede da 6ª Delegacia Distrital, na cidade de Santa Rita.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1