Suposta chefe do Detran em São João do Cariri é presa por usurpação de função pública

A Polícia Civil de São João do Cariri realizou nesta quarta-feira (10) a prisão de Viviane Gaudêncio, mulher do vereador George Aquino (PSB). Viviane foi presa em flagrante a partir de uma operação deflagrada pela Polícia Civil, Militar e a Corregedoria do Detran.

Segundo o delegado de São João do Cariri, Dr. Jerônimo Barreto, Viviane foi presa pelo crime de usurpação de função pública, prevista no Art. 328. do Código Penal Brasileiro. Segundo a autoridade policial, Viviane estava exonerada do cargo de chefe do Ciretran em São João do Cariri há cerca de dois anos e no entanto continuava irregularmente ocupando o cargo no lugar de outra pessoa que estava nomeada para a função.

Dr. Jerônimo não soube precisar quem era a pessoa nomeada, nem por quem ela foi indicada. Ainda de acordo com o delegado, a investigação não acabou e sob Viviane ainda pesam outras suspeitas que serão devidamente apuradas.

Viviane Gaudêncio está detida em São João do Cariri e está disposição do Poder Judiciário.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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