PRF intensifica policiamento nas rodovias da Paraíba e inicia Operação São João nesta quarta-feira

A Polícia Rodoviária Federal  (PRF) inicia nesta quarta-feira (23), a Operação São João 2021 nas rodovias federais da Paraíba. A ação será realizada mesmo com cancelamento do feriado de São João no Estado, devido a pandemia da Covid-19.

O policiamento será reforçado nos trechos considerados mais críticos para ocorrência de acidentes de trânsito e crimes.

De acordo com a PRF, apesar do cancelamento do São João, o fluxo de veículos deverá ser intenso, principalmente na quarta-feira no período da tarde, quinta-feira pela manhã e domingo.

Em 2020 não foi realizada operação em virtude do baixo fluxo de veículos.

Ainda de acordo com a PRF, a grande preocupação é a mistura perigosa e criminosa que é dirigir sob efeito de álcool. Durante toda a Operação estarão sendo intensificadas fiscalizações com uso de etilômetros para coibir a embriaguez ao volante, apontada como a principal causa de mortes em acidentes de trânsito nas rodovias federais paraibanas durante todo ano de 2020.

A PRF alerta que a BR 230, rodovia que liga o litoral ao sertão paraibano, possui trecho em obras. As obras acontecem no município de Cruz do Espírito Santo, entre os kms 61 e 63 da BR 230 e nos dois sentidos da via, com serviço de manutenção para sanar problemas do asfalto. O fluxo de veículos no local acontece temporariamente em pista simples.

Esse ano haverá restrição de circulação de alguns tipos veículos de transporte de carga em trechos de rodovias federais de pista simples nos estados da Paraíba, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte nos dias 23 e 24 de junho.

A PRF dispõe do telefone 191 para informações, comunicação de acidentes e denúncias. A ligação é gratuita e funciona 24 horas em todo país.

DICAS PARA UMA VIAGEM SEGURA

Planejamento da viagem – O motorista deve se informar sobre as distâncias que vai percorrer, condições do tempo, pontos de parada, existência de postos de combustíveis e de restaurantes à beira da estrada.

Revisão preventiva – É importante realizar uma revisão preventiva no veículo  mesmo para pequenas viagens. Verificar o estado de conservação dos pneus e estepe, nível de óleo do motor, faróis, limpadores de vidro e freios é fundamental para uma viagem segura.

Pausas para descanso – O condutor deve programar paradas a cada 3 horas. Quem se expõe a muitas horas dirigindo fica sujeito ao fenômeno da “hipnose rodoviária”, na qual se mantém de olhos abertos, mas sem percepção da realidade à sua volta.

Sinalização de trânsito – Observar as placas que indicam os limites de velocidade e as condições de ultrapassagem. Elas não foram colocadas naquele ponto da estrada sem motivo. Nos trechos em obras, o motorista deve reduzir a velocidade e obedecer a sinalização local.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1