Polícia prende pastor suspeito de estuprar três crianças na Paraíba

O Ministério Público da Paraíba pediu à Justiça a prisão de Magno Vargas Moreira da Silva Paranhos, 66 anos, acusado de estuprar três irmãs de 10, 9 e 8 anos, no município de Pilões.

O caso chegou ao conhecimento da 4ª promotora de Justiça de Guarabira, Andréa Pequeno de Alustau, pelo Conselho Tutelar da cidade, na noite da quinta-feira (28/02). A representante do MPPB pediu a prisão temporária do acusado à Justiça, que foi concedida e executada na manhã desta sexta-feira (01/03, pela Polícia Militar.

 De acordo com o pedido de prisão assinado pela promotora, o Conselho Tutelar relatou que as três meninas estavam em grave situação de vulnerabilidade, quando conheceram o acusado, há três meses. Ele ofereceu ajuda financeira à família, que vivia em extrema pobreza, em troca das meninas frequentarem sua casa.

Segundo o relatório encaminhado ao MP, as crianças saíam da casa do acusado sempre de banho tomado e roupas trocadas e eram vistas passeando com ele, sempre desacompanhadas dos pais, inclusive, para outras cidades e recebiam presentes dele. Até máquina de lavar a família recebeu do acusado.

Com Wscom

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1