Polícia Militar prende 83 suspeitos e apreende armas e drogas durante operação 1º de Maio

A operação 1º Maio, realizada pela Polícia Militar terminou com a prisão de 83 suspeitos de roubo, tráfico de drogas, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma, furto e crime ambiental, em 33 cidades paraibanas. No período das 19h da última sexta-feira (28) até 23h59 dessa segunda-feira (1º), a PM cumpriu nove mandados de prisão contra acusados de vários crimes e que estavam sendo procurados pela Justiça.

A Polícia Militar apreendeu na operação 16 armas de fogo nas cidades João Pessoa, Boa Vista, Bayeux, Serra da Raiz, Cajazeiras, Cabedelo, Monteiro, Junco do Seridó, Areial, Campina Grande, Serra Branca, Capim e Itaporanga, sendo nove revólveres, cinco espingardas e duas pistolas.

A ocupação dos locais suspeitos de serem utilizados para o tráfico e consumo de drogas resultou na prisão e apreensão de 14 pessoas na capital, em Bayeux, Santa Rita, Princesa Isabel e Campina Grande. Foram mais de 500 trouxas de maconha retiradas de circulação e 224 pedras de crack.

Ainda na operação, que atendeu 2.184 solicitações e intensificou as blitzen, abordagens e rondas em várias partes do Estado, a Polícia Militar recuperou 10 veículos com queixas de roubo ou furto.

Combate aos crimes ambientais

O Batalhão de Polícia Ambiental resgatou no feriadão 170 aves silvestres que estavam sendo comercializadas nas feiras de João Pessoa, Campina Grande, Pedras de Fogo, Bayeux e Santa Rita. Nas ações de combate aos crimes ambientais, 17 pessoas foram presas, sendo nove por comercializar aves silvestres e sete por praticarem desmatamento em área de preservação ambiental. Ainda na operação, dois equipamentos de som foram apreendidos em Santa Rita.

De Olho no Cariri

Com Secom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri