Polícia mantém detidos dois suspeitos do assassinato de comerciante em São José dos Cordeiros

A informação foi confirmada pelo delegado regional de Polícia Civil, Dr. Cristiano Santana. Segundo ele, a qualquer momento a polícia pode está divulgando novos desdobramentos da investigação que envolve o assassinato do cordeirense Neobruno da Silva, conhecido como Bruno de Zé Lucas.

Nesta quinta-feira, o comerciante Bruno foi executado cruelmente com três tiros na cabeça, quando reabria sua loja de material de construção.

A Polícia Militar de São José dos Cordeiros, sob o comando dos sargentos Heronilson e Custódio, localizaram poucas horas depois, dois homens em uma moto em atitude suspeita na entrada da estrada que dá acesso a cidade de Sumé. Eles buscavam informações sobre a estrada e diziam que iriam comprar um carro em Sumé, com algumas contradições em seus comportamentos.

Os policiais os levaram para averiguação como suspeitos do assassinato ao comerciante Bruno em São José dos Cordeiros e a polícia busca elementos para confirmar se eles seriam mesmo os autores do assassinato. Os suspeitos negam a participação no crime e disseram ser da cidade de Juazeirinho. Seus nomes estão mantidos em sigilo até o fechamento da investigação.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1