Polícia Federal deflagra operação contra pornografia infantil na PB

A Polícia Federal na Paraíba deflagrou, na manhã desta quinta feira (14), a Operação Salva Guarda, com objetivo de combater a disseminação de pornografia infantil na internet.

A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, que culminou com a prisão em flagrante de uma pessoa.

De acordo com a Polícia Federal, os investigados eram suspeitos de usar programas de computador para troca de fotos e vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

Durante as buscas, os policiais federais encontraram armazenados em mídias digitais, inúmeros arquivos dessa natureza, possibilitando a prisão em flagrante de uma pessoa.

Os investigados responderão pelos crimes de posse e compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, cujas penas somadas poderão chegar a 10 anos de reclusão. Uma entrevista coletiva será concedida às 10h, na Sede da Polícia Federal, em Cabedelo.

Nome da Operação

Salva Guarda, significa proteção conferida por instituição.

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1