Polícia cumpre mandados de prisão contra procurados da Justiça e foragidos são presos em duas cidades do Cariri

A Polícia Militar cumpriu 45 mandados de prisão contra procurados da Justiça da Paraíba e de outros Estados, da manhã da última terça (22) até a tarde desta sexta-feira (25), através da Operação Malhas da Lei. Mais de 50% das prisões tiveram como alvos integrantes do tráfico de drogas, que têm ligações também com organizações criminosas que atuam em outros tipos de crimes.

Os cumprimentos tiveram a indicação da Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar (COInt). Foram presos criminosos nas cidades de Diamante, Patos, Arara, Baía da Traição, Barra de Santana, Cajazeiras, Guarabira, João Pessoa, Santa Rita, Campina Grande, São José de Piranhas, Itaporanga, Cabedelo, Pocinhos, Amparo e Sousa e outros cinco municípios.

Após a captura, os foragidos foram apresentados nas delegacias das regiões onde foram presos.

Mais de 600 mandados cumpridos – A Polícia Militar da Paraíba, proporcionalmente, é uma das corporações militares que mais cumpre mandados de prisão no país. Somente este ano, já foram capturados 652 foragidos da Justiça que estavam com mandados em aberto, conforme dados da Coordenadoria de Estatística e Avaliação da PM (EM/7). Com uma Inteligência atuando em sintonia com os integrantes dos Batalhões e Companhias de todo o Estado, as prisões têm contribuído cada vez mais com os resultados da segurança pública da Paraíba.

De Olho no Cariri

PB Agora

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1