Polícia Civil quer identificação de criminoso acusado de roubar estabelecimentos comerciais no Cariri

A 14ª Delegacia Seccional de Polícia Civil de Monteiro pede ajuda da população da região do Cariri para identificar os criminosos que recentemente vem realizando uma sequência de ações criminosas (furtos) contra estabelecimentos comerciais na região do Cariri Paraibano.

A Polícia Civil teve acesso a câmeras de segurança e divulgou as imagem dos autores do crime. Segundo o delegado regional de Polícia Civil, Cristiano Santana, o criminoso da imagem divulgada é suspeito de realizar furtos de botijões de gás a depósitos na cidade de Serra Branca, como também assaltos em mercadinhos nas cidades de Caraúbas e Camalaú.

As imagens das câmeras de segurança mostram visivelmente a ação dos criminosos e a foto de um dos criminosos no momento da ação. Ainda segundo o delegado Cristiano Santana, o objetivo é descobrir tanto a identidade quanto o paradeiro dos criminosos.

Quem tiver informações que possam ajudar a polícia identificar o paradeiro dos bandidos podem entrar em contato com a Polícia Civil de Monteiro, através do disk denúncia 197.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1