Polícia Civil prende segundo suspeito de assassinar vereador de Camalaú

A Polícia Civil da Paraíba prendeu nessa quarta-feira (20) um homem de 31 anos suspeito de assassinar o vereador Adelmo Teobaldo Farias, do município de Camalaú. A prisão ocorreu em Custódia, Pernambuco, sendo cumprida por mandado de prisão preventiva, da Comarca de Monteiro, no Cariri paraibano.

Conforme a polícia, a prisão foi realizada por meio do Batalhão Especializado de Polícia do Interior de Pernambuco, em um trabalho integrado com a 14ª Delegacia de Polícia Civil da Paraíba.

O caso

O vereador Adelmo Farias, de Camalaú, foi morto por dois homens em uma motocicleta, quando retornava para casa no dia oito de setembro de 2018. De acordo com as investigações, o homem que foi preso e um comparsa, já identificado pela polícia, foram os executores. O outro suspeito já havia sido preso em dezembro do ano passado.

Com Portal Correio

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1