Polícia Civil localiza e prende ‘pastor’ condenado por estuprar enteada na PB

Uma investigação da Polícia Civil da Paraíba resultou na prisão de um pastor evangélico condenado a 15 anos de prisão pelo crime de estupro. Ele foi preso nesta quinta-feira, 28 de julho, em ação conjunta da Delegacia de Barra de Santa Rosa (PB) com a Polícia Civil de Goiás, onde o investigado estava foragido.

De acordo com os relatos da vítima – à época, enteada do investigado -, ela sofria abusos sexuais desde o ano 2008, no município de Damião (PB), quando ela tinha 13 anos de idade. Em março de 2020, a então companheira do ‘pastor’ – e mãe da vítima – flagrou os abusos e fez a denúncia na polícia.

Antes de ser condenado, o investigado fugiu da Paraíba, mas os investigadores da Polícia Civil paraibana descobriram seu paradeiro. Ele estava morando no município de Santa Helena, em Goiás, e foi capturado após articulação das polícias dos dois estados.

“Lá em Goiás, ele estava exercendo o trabalho de pastor evangélico, realizando cultos em igrejas na cidade onde estava escondido”, disse o delegado seccional Iasley Almeida.

O homem preso deverá transferido para cumprir sua pena na Paraíba.

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A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início. O objetivo é ampliar o conhecimento de gestantes e da população sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como fortalecer o conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do tema.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Com Agência Brasil