Polícia Civil encontra cova onde jovem assassinada em Soledade foi enterrada e diz ter convicção do autor do crime

O delegado Dr. Durval Barros e a equipe de investigação da Polícia Civil esteve na tarde desta terça-feira (23) no local onde supostamente foi enterrada a jovem Ana Katarina, vítima de feminicídio praticado provavelmente pelo seu ex-namorado conhecido como Alisson Bruno. Alisson está preso preventivamente e a Delegacia de Soledade está adiantando a investigação sobre ser ele o autor do assassinato cometido contra a jovem de 17 anos.

A adolescente que estava desaparecida há nove meses foi morta e queimada pelo namorado em junho do ano passado, segundo relatório investigatório comandando pelo delegado Dr. Durval Barros.

De acordo com a autoridade policial, um jovem amigo de Alisson está colaborando com a polícia com valiosas informações que estão levando a comprovar a autoria do assassinato e já é possível perceber que tudo foi muito bem planejado pelo jovem Alisson.

O acusado supostamente matou a jovem na zona rural de Soledade e a enterrou em um sítio, cuja cova foi localizada nesta terça-feira pela equipe da Polícia Civil. No local, os investigadores encontraram o pedaço de uma veste que era utilizada por Ana Katarina a última vez que ela foi vista. Ainda segundo a investigação, Alisson após ter enterrado a jovem, voltou a desenterrá-la, queimou seu corpo e o lançou próximo a Boa Vista, na tentativa de dificultar sua localização e identificação de sua responsabilidade.

De acordo com o delegado Durval Barros, o caso teve bastante repercussão e a família procurou a garota por vários meses. “Este caso chamou a atenção dos moradores da região pelo desaparecimento da menina e agora ainda mais pelo desfecho. A Polícia esteve a todo o momento atenta a todos os detalhes e agora lamentamos o ocorrido, mas estamos elucidando um assassinato brutal”, disse o delegado.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1