Polícia Civil deflagra operação e prende cinco pessoas na região do Cariri

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (03) uma operação na região de Monteiro e Sumé. Até o momento, cinco pessoas foram presas.

De acordo com o delegado responsável, Luciano Soares, a ação tem o objetivo de prender envolvidos com tráfico de drogas, homicídios e crimes patrimoniais na região.

A Polícia também dá cumprimento a seis mandados de busca e apreensão e apreendeu armas de fogo e munições. A operação conta com o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

Os presos foram encaminhados para a Central de Polícia de Monteiro. As equipes ainda continuam cumprindo outros mandados e novas prisões podem acontecer.

A nossa equipe de reportagem irá trazer mais informações a qualquer momento.

De Olho no Cariri 

Informações Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1