Polícia Civil apreende veículo adulterado e roubado, arma, munições e colete balístico, em Monteiro

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) de Monteiro, desencadeou na data de hoje operação de alta relevância investigativa e operacional, que resultou na apreensão de um veículo adulterado/roubado, armamento, munições e colete balístico, além da condução de um indivíduo em flagrante delito. A ação se deu a partir de informações de inteligência repassadas pelo delegado responsável pelo GTE (em respondência), que, diante dos dados recebidos, acionou a equipe.

A investigação tinha como foco o paradeiro de um veículo modelo Onix Plus, de cor preta, placas Q*-9, haja vista a suspeita de roubo.

Com base nas informações repassadas, os investigadores iniciaram diligências imediatas entre as cidades de Prata e Monteiro, a fim de localizar o automóvel. O êxito veio quando o carro foi visualizado adentrando a cidade de Monteiro, ocasião em que o GTE passou a realizar o acompanhamento.

Durante a tentativa de identificação, o veículo passou a empreender fuga, o que levou os policiais civis a procederem com a interceptação imediata. Na operação foi apreendido um colete balístico, uma pistola calibre .380, dois carregadores e um total de 32 munições do mesmo calibre. Além disso, verificou-se que o automóvel apresentava sinais visíveis de adulteração no chassi e no número de motor e que os dados originais indicavam restrição de roubo.

Diante da constatação de crimes em flagrante, foi dada voz de prisão ao condutor, que foi imediatamente conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde todos os procedimentos legais foram formalizados.

O resultado da operação reforça a excelência e a prontidão do Grupo Tático Especial de Monteiro, que, com agilidade, técnica e comprometimento, não apenas flagrou crimes em andamento, como também agregou elementos substanciais a outras investigações.

A Polícia Civil segue firme em sua missão de combater o crime e garantir a segurança da população paraibana.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri