PF prende investigado por abuso sexual infantojuvenil durante operação em Monteiro

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (20), a Operação Laço Azul 3, com o objetivo de combater crimes cibernéticos praticados contra crianças e adolescentes. A ação foi realizada no município de Monteiro, no Cariri paraibano.

De acordo com a Polícia Federal, durante as investigações foi identificado um homem suspeito de armazenar, em meio digital, imagens e vídeos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil.

As equipes cumpriram um mandado de busca e apreensão, expedido pela 4ª Vara Regional de Garantias da Comarca de Campina Grande. Durante as buscas, foram encontrados arquivos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil armazenados no celular do investigado.

Diante da localização do material, o homem foi preso em flagrante e conduzido para os procedimentos legais cabíveis.

Alerta aos pais e responsáveis

A Polícia Federal reforçou a importância da prevenção e orientou pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e adolescentes, buscando reduzir riscos e evitar que sejam vítimas de crimes no ambiente digital.

A corporação também destaca a importância do diálogo aberto sobre segurança na internet e da orientação para que crianças e adolescentes comuniquem aos responsáveis qualquer situação suspeita ou contato inadequado.

A PF ainda ressalta que, embora o termo “pornografia” permaneça previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), organismos internacionais têm priorizado expressões como “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por representarem de forma mais precisa a gravidade dos crimes.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil