PF investiga suspeito de armazenar conteúdo de abuso sexual infantojuvenil, em Campina Grande

Um homem de 23 anos é investigado na quarta fase da Operação Kori, da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (26), por suspeita de armazenar, em meio digital, 53 arquivos contendo imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

A ação tem como objetivo reprimir práticas criminosas como o armazenamento de imagens e vídeos com conteúdo de exploração sexual infantojuvenil, no distrito de São José da Mata, em Campina Grande.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 4ª Vara Regional do Juízo de Garantias da Comarca de Campina Grande, e foi determinada a quebra do sigilo telefônico do investigado.

Ele poderá ser responsabilizado pela aquisição, armazenamento e eventual compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, cujas penas somadas podem ultrapassar 10 anos de reclusão.

De Olho no Cariri

Com G1 Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri