Pescador vítima de atentado em cidade do Cariri não resiste e morre em hospital

Morreu na noite desta terça-feira (05/03) no Hospital de Trauma de Campina Grande, o pescador Joseilton Barbosa da Silva, de 43 anos de idade.

Ele foi vítima de uma tentativa de assalto no último dia 18 de fevereiro na entrada da cidade de Boqueirão, no Cariri do estado.

Segundo a PM, a vítima trafega numa motocicleta quando se aproximaram dois assaltantes em outra moto e mandaram Joseilton parar. Como ele demorou a parar o veículo, um dos ladrões atirou no trabalhador.

Joseilton conseguiu conduzir a moto até o hospital de Boqueirão e de lá foi transferido para o Trauma. O pescador morava no bairro Bela Vista, periferia da cidade. A Polícia Civil ainda não conseguiu identificar os autores do atentado.

Informações de Renato Diniz

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1