‘Operação Cédulas Falsas’ da PF cumpre mandados na Paraíba

A Polícia Federal na Paraíba deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29), a ‘Operação Cédulas Falsas’ com o objetivo de combater supostos atos de despejo de cédulas falsas na cidade de Campina Grande e  na região metropolitana.

A operação investiga possível organização criminosa responsável pelo repasse de diversas cédulas de R$ 100,00 no comércio de Campina Grande e cidades vizinhas. Há suspeitas que cédulas falsas estejam sendo comercializadas no popular comércio que ocorre na feira da Prata.

Para ludibriar as vítimas, as cédulas são armazenadas em envelopes bancários com o objetivo de dar caráter de autenticidade às notas frias.

Nesse contexto, as medidas hoje cumpridas possuem o escopo angariar elementos de prova relacionados à possível prática ilícita de introduzir em circulação cédulas falsas, com penas previstas no art. 289, §1º, do Código Penal de três a doze anos e multa.

A operação contou com a participação de oito policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados em Campina Grande.

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal de Campina Grande.

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1