NO CARIRI: Homens sequestram motorista de transporte alternativo após marcarem viagem falsa

Dois homens são suspeitos de sequestrarem um motorista de transporte alternativo após marcarem uma viagem falsa no Cariri da Paraíba, nesta quarta-feira (22). As informações foram repassadas pela Polícia Civil da Paraíba e os suspeitos ainda não foram localizados

De acordo com a polícia, os dois suspeitos entraram em contato com o motorista de alternativo, que faz viagens pagas recorrentes. Eles marcaram uma viagem com o motorista da cidade do Congo, no Cariri do estado, para a cidade de Sumé, também na mesma região.

Ao chegar no destino, os dois homens ameaçaram a vítima com armas de fogo e sequestram o homem. O veículo foi conduzido, então, para o estado de Pernambuco, próximo à cidade de Santa Cruz do Capibaribe. Durante o trajeto, de acordo com a polícia, os homens extorquiram a vítima, pedindo que fizesse várias transferências bancárias. Ele chegou a transferir um total de R$ 7 mil.

Depois de manterem o sequestro por algum tempo e conseguirem o dinheiro, os homens abandonaram o motorista em uma estrada, levando o veículo dele. A polícia ainda conseguiu bloquear as transferências feitas pela vítima, posteriormente. O homem que foi sequestrado não foi ferido durante a ação criminosa e passa bem.

A identidade da vítima foi preservada e a Polícia Civil investiga o caso para descobrir a identidade dos suspeitos e encontrá-los.

De Olho no Cariri

Com G1 Paraíba

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1