Mulher é assassinada a tiros na Paraíba e ex-companheiro é principal suspeito do crime

Uma mulher de 28 anos foi encontrada morta a tiros no início da manhã desta quinta-feira (09) na cidade de São Mamede, no Sertão do Estado. A vítima foi identificada como Maria de Fátima Silva Torres, de 28 anos.

A principal suspeita investigada pela polícia é de que a mulher teria sido assassinada por seu ex-companheiro. De acordo com informações da polícia, ela teria sido assassinada na rodovia PB-251, que passa em frente à sua casa.

Pessoas que moram nas proximidades de onde ocorreu o crime contaram à polícia ter ouvido disparos de arma de fogo por volta das 3h.

Ainda segundo informações levantadas pela polícia, Maria de Fátima havia saído de um relacionamento há pouco tempo. O ex-companheiro teria, ainda, discutido com Maria de Fátima recentemente.

A polícia realizou diligências em busca do acusado, mas ele ainda não foi encontrado. A vítima, natural da cidade de Quixaba, deixa dois filhos.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1