Moto é roubada durante assalto na BR-412 entre Serra Branca e São João do Cariri

Uma motocicleta Honda NXR 160 Bros ESDD, de cor vermelha, ano/modelo 2024, foi roubada durante um assalto registrado na noite desta quinta-feira (23), na BR-412, no trecho entre os municípios de Serra Branca e São João do Cariri, no Cariri paraibano. A ocorrência foi registrada na Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Monteiro.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima seguia pela rodovia quando foi surpreendida por dois homens que estavam em outra motocicleta. Os suspeitos se aproximaram, ordenaram que o condutor parasse o veículo e fizeram ameaças durante a abordagem. Em seguida, a vítima correu para uma área de vegetação às margens da estrada, enquanto os criminosos fugiram levando a motocicleta.

O veículo levado é uma Honda NXR 160 Bros ESDD, vermelha, ano/modelo 2024, com placa SUM1B14. Conforme o registro policial, devido à baixa luminosidade e ao nervosismo durante a ação, a vítima não conseguiu fornecer características detalhadas dos assaltantes.

O caso foi registrado como roubo e deverá ser investigado pela Polícia Civil, que busca identificar os autores e localizar a motocicleta.

De Olho no Cariri

Com Paraíba Mix

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB