Menor confessa que matou jovem nas Virgens de Tambaú porque vítima ‘ficou’ com a ex-namorada do primo e o xingou nas redes sociais

O adolescente de 17 anos apreendido pela Polícia Militar confessou que matou Lailton Marques da Silva, de 18 anos, na madrugada da última segunda-feira (25), no bloco Virgens de Tambaú, em João Pessoa, porque ele teria ficado com a ex-namorada do primo e ainda o xingou em uma rede social. O menor foi apreendido no bairro do Jacaré, em Cabedelo.

equipe responsável pela apreensão foi do tenente-coronel Lucas, comandante do 1º Batalhão de João Pessoa. Lucas revelou que o adolescente disse que já foi armado com um revólver calibre 32 com a intenção de matar o Lailton.

“O crime foi premeditado. Ele confessou que matou o Lailton que ele ficou com a ex-namorada do primo dele e ainda os dois discutiram em uma rede social. Quando o adolescente entrou o alvo, efetuou um tiro na testa de Lailton, que morreu ao chegar no Hospital de Emergência e Trauma da Capital”, explicou o comandante.

Com Blog do Márcio Rangel

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1