LUTO: Jovem vítima de acidente em Serra Branca morre com traumatismo craniano

EXCLUSIVO: Um jovem de apenas 16 anos, morador do bairro Pilão em Serra Branca, foi vítima de um acidente na noite de domingo em frente ao bar de Zezinho na mesma localidade. Após o acidente, ele se mostrou aparentemente bem, mas depois apresentou fortes dores de cabeça e foi encaminhado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, sendo diagnosticado com traumatismo craniano.

O jovem ficou em coma e a equipe médica confirmou sua morte por volta do meio dia desta terça-feira (21).

Segundo informações apuradas pela reportagem do portal De Olho no Cariri, o jovem estava pilotando uma moto quando em frente ao bar de Zezinho tentou desviar de um carro e acabou caindo e batendo fortemente a cabeça ao chão. O bar estava em festa e havia muitas pessoas e veículos obstruindo a rua.

O jovem, ainda de acordo com relatos, chegou a se restabelecer do acidente por si só e apenas depois de levado para casa de amigos que apresentou dores de cabeça, que vieram provocar a piora de seu quadro de saúde.

De Olho no Cariri

 

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1