Líder da facção criminosa PCC é preso usando identidade falsa na Paraíba, diz PM

Um homem de 32 anos foi preso, na noite dessa quarta-feira (3), em Campina Grande, suspeito de ser um dos líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), que foi fundada em São Paulo, mas já tem ramificações em todo o país.

Segundo a Polícia Militar, Naudvânio Ferreira da Silva é um dos criminosos mais procurados da Região Nordeste e tem envolvimento com casos de homicídios, roubos, tráfico de drogas, falsificação de documentos, porte ilegal de arma e vários outros crimes na Paraíba, Pernambuco e em outros estados.

De acordo com o subcomandante do 2º Batalhão, major Damasceno Bernardo, a prisão do suspeito aconteceu durante uma abordagem no Distrito Mecânico de Campina Grande. “Ele passou em um veículo pela viatura da Força Tática que fazia rondas no local e os policiais desconfiaram da atitude dele ao perceber a presença da PM. Foi feita então uma abordagem e constaram que ele estava apresentando documento pessoal falso e o veículo era clonado”, disse.

O suspeito foi levado para a Central de Polícia Civil e teve a identificação verdadeira descoberta. Ele estava com dois mandados de prisão em aberto por nove crimes, decretados pelas justiças da Paraíba e de Pernambuco. O preso é natural de Campina Grande e era um dos líderes na cidade da facção criminosa que é comandada de dentro dos presídios do Sudeste do país. Ele ficará à disposição da Justiça.

Com Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri