Libanês suspeito de integrar a facção PCC é preso em Campina Grande

Um libanês suspeito de ter ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi preso, na noite dessa terça-feira (9), em Campina Grande. Dois cúmplices dele, brasileiros, também foram detidos. Junto com o trio, a polícia apreendeu 15 quilos de maconha.

De acordo com o delegado Ramirez São Pedro, da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), um dos brasileiros foi localizado após denúncias anônimas que o apontaram como responsável pela distribuição de drogas em vários bairros da cidade.

A partir da prisão dele, a polícia chegou ao outro brasileiro, que já cumpriu pena por homicídio em Pernambuco, e ao libanês. As buscas foram feitas em casas nos bairros Santa Rosa e Palmeira. Com o libanês, os policiais encontraram fotografias dele segurando um lança míssil e o estatuto do PCC.

Os três presos foram levados para a Central de Polícia Civil.

Com Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri