Juíza decreta prisão preventiva de suspeito de matar a namorada e queimar o corpo no Cariri

A juíza Rosimeire Ventura Leite, da comarca Soledade, no Cariri paraibano determinou a prisão preventiva de Alisson Bruno, de 21 anos de idade. Ele é suspeito de matar a namorada Ana Katarina, 17 anos, enterrar o corpo dela e depois desenterrar para queimar o cadáver. Alisson está preso desde o mês de abril após investigação da Polícia Civil, que elucidou o caso.

A prisão de Alisson ocorreu quando a Justiça determinou a prisão temporária dele. O prazo terminava no fim de semana. Após a conclusão do inquérito da Polícia Civil, o delegado que investigou o caso, Durval Barros, representou pela prisão preventiva.

Segundo a investigação, Alisson matou Ana Katarina no dia 3 de junho de 2018, quando ela havia desaparecido. Depois de matar a namorada, o acusado enterrou o corpo dela na zona rural de Soledade.

A investigação também aponta que dias depois o acusado desenterrou o corpo da namorada e queimou. A ossada da vítima foi jogada nas margens da BR-412, no município de Boa Vista, também no Cariri, e foi encontrada no dia 29 de junho de 2018.

De acordo com a Polícia Civil, além de planejar toda a morte da namorada, Alisson também tinha um plano de incriminar um jovem da cidade de Boa Vista. Ele também chegou a fazer um perfil falso em uma rede social se passando por Ana Katarina.

Alisson foi preso no dia 4 de abril deste ano. Ainda nesse mês de abril, a Polícia Civil encontrou ferramentas usadas no crime, a cova onde Ana foi enterrada e roupas da vítima.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1