Jovem é preso após invadir e furtar objetos em residência na cidade de Sumé

Um jovem foi preso acusado de invadir e furtar objetos de uma residência na cidade de Sumé, cariri paraibano. A prisão ocorreu na tarde da última segunda-feira (20), mas a prisão só foi levada ao conhecimento da imprensa da região nesta terça-feira(21).

Wesley Silva Nascimento, de 19 anos, foi preso em flagrante delito por policiais civis da Delegacia de Sumé. Com ele, os investigadores encontraram parte dos objetos e aparelhos furtados da residência.

Segundo o delegado Cristiano Santana, o meliante e seu comparsa que já foi identificado pela polícia, conseguiram escalar o muro da residência e ter acesso ao interior do imóvel. Eles ainda quebraram um portão e furtaram vários objetos, entre computadores, bolsas e perfumes de conhecidas marcas.

“Assim que os policiais civis foram informados do ocorrido, começaram a fazer diligências e conseguiram prender o suspeito ainda de posse dos bens furtados”, afirmou o delegado. Wesley foi autuado por crime de furto qualificado e ficará à disposição da justiça.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1