Jovem é morto a tiros na manhã deste sábado e região do Cariri registra mais um homicídio

Mais um homicídio foi registrado na região do Cariri Paraibano nesta semana, desta vez, aconteceu na cidade de Monteiro. Um jovem identificado por Romário, foi morto a tiros no Bairro do Mutirão, no início da manhã deste sábado, dia 18.

De acordo com as informações, o crime aconteceu no momento em que o jovem chegava em sua residência, após ter ido a uma danceteria durante a madrugada. A vítima foi surpreendida por homens que vieram em sua direção e efetuaram vários disparos, vindo o jovem a óbito no próprio local do crime.

Ainda de acordo com relatos, o monteirense Romário teria se envolvido em uma discussão com uma turma de jovens na mesma danceteria que esteve durante esta madrugada. Não se sabe ainda se este fato ocorrido tem ligação direta com a execução ocorrida nesta manhã.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1