Jovem de 18 anos leva tiro na testa ao ‘brincar’ de roleta-russa, na PB

Um jovem de 18 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, na noite desta quarta-feira (6), vítima de arma de fogo. O tiro atingiu a testa do rapaz que, segundo a polícia, estaria fazendo uma “brincadeira” de roleta russa.

O rapaz foi levado para a unidade hospitalar por volta das 21h, em um carro particular. Ele é morador do bairro do Baralho, na cidade de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. A arma utilizada na suposta ‘brincadeira’ é um revólver calibre 38.

A namorada do jovem foi quem revelou aos policiais a suposta brincadeira com a arma de fogo. Ele deu entrada no hospital em estado gravíssimo.

A roleta-russa é uma espécie de “jogo de sorte”, em que o revólver fica apenas com uma bala. Os participantes giram o tambor e apontam a arma entre si, sem saber em qual posição o projétil está, arriscando suas vidas.

Com Portal T5

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1