Influenciador digital com 4 milhões de seguidores é preso por tentativa de homicídio na Paraíba

Um influenciador digital, que possui mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, foi preso preventivamente nesta terça-feira (27), suspeito de uma tentativa de homicídio registrada no último domingo (25), no município de Alagoa Nova, no Agreste paraibano.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da Delegacia Seccional de Esperança. De acordo com as investigações, o suspeito teria ido até a residência da vítima para confrontá-la após um desentendimento familiar.

Durante a discussão, ele teria sacado uma arma de fogo e efetuado diversos disparos. A vítima foi atingida na perna e, segundo a polícia, só não morreu por circunstâncias alheias à vontade do autor.

Após o crime, o acusado fugiu da cidade e permaneceu foragido por alguns dias. Ele foi localizado após diligências da Delegacia de Homicídios de Esperança. A Justiça acatou o pedido de prisão preventiva. A vítima foi socorrida, passou por cirurgia e segue em recuperação.

A Polícia Civil também apura se o influenciador contou com a ajuda de terceiros para escapar após o crime.

Com Blog do PP

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri