IML aponta que recém-nascido abandonado na Paraíba morreu por hipotermia, traumatismo e prematuridade

O Instituto de Polícia Científica da Paraíba informou, nesta sexta-feira (22), que a morte do recém-nascido encontrado abandonado no distrito de Cupissura, em Alhandra, no Litoral Sul paraibano, foi em decorrência de uma hipotermia, seguida de traumatismo crânio encefálico e prematuridade.

O bebê morreu na madrugada da última quarta-feira (20) após ter sido abandonado entre muros de casas e resgatado por moradores da região. Logo em seguida, ele foi encaminhado para o Hospital General Edson Ramalho, em João Pessoa, onde não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Mesmo depois dos exames, o cadáver da criança segue sob custódia do Instituto Médico Legal. Depois de todos os procedimentos, o corpo será liberado para os familiares realizarem os trâmites funerários. O abandono do recém-nascido é investigado pela Polícia Civil da Paraíba.

Um recém-nascido foi encontrado na manhã da última terça-feira (19), no distrito de Cupissura, localizado entre os municípios de Caaporã e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba. O bebê foi localizado por moradores da região após ouvirem sons vindos da parede de uma residência.

A princípio, os moradores acreditaram que o barulho fosse de um animal, mas, ao verificarem o local, encontraram a criança e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe realizou os primeiros atendimentos ainda no local e, durante o processo de transferência, identificou a necessidade de encaminhar a criança ao Hospital Municipal de Alhandra para estabilização do quadro clínico.

Após avaliação médica e a adoção das medidas emergenciais necessárias para garantir a estabilidade do recém-nascido, foi solicitada a transferência aeromédica por meio do helicóptero Acauã, garantindo mais agilidade e suporte especializado para a continuidade do atendimento.

Com MaisPB

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Pesquisa técnica do Instituto de Pesquisa (IP) revela que cada R$ 1,00 investido pelo município gerou R$ 15,48 em circulação direta no comércio, serviços e polo têxtil local.

SÃO DOMINGOS DO CARIRI (PB) — O 3º Festival da Costura, realizado nos dias 09, 10 e 11 de outubro de 2026, consolidou-se como o maior indutor econômico e cultural do Cariri paraibano. Levantamento estatístico presencial auditado pelo Instituto de Pesquisa (IP) aponta que o evento movimentou entre R$ 2,4 milhões e R$ 3,1 milhões em injeção direta de recursos na cidade, reunindo um público estimado entre 15 mil e 20 mil visitantes.

Com um investimento público referencial de R$ 180 mil na infraestrutura e atrações, o estudo demonstrou um retorno sobre investimento (ROI) socioeconômico de 1.448%. Na prática, cada R$ 1,00 aplicado pela gestão municipal resultou no retorno direto de R$ 15,48 circulando nos caixas de restaurantes, pousadas, lojas, barracas e confecções da cidade.

Aprovação recorde dos serviços públicos

A pesquisa científica, realizada com 200 entrevistas georreferenciadas via GPS e áudio, destacou índices de satisfação comparáveis aos padrões de grandes centros urbanos:

  • Avaliação Geral: 85% dos entrevistados deram notas 9 ou 10 (Excelente) ao evento, totalizando 99% de aprovação positiva.
  • Segurança Pública: 98,6% de aprovação positiva entre moradores e turistas.
  • Limpeza Urbana e Sanitários: 97,2% de avaliações ótimas e boas.
  • Organização e Shows: Mais de 95% de satisfação popular.
  • Índice de Recomendação: 99,3% dos visitantes afirmaram que recomendam a festa e 97,2% têm presença garantida na próxima edição.

Comércio aquecido e valorização do polo têxtil

O impacto fora do pátio de eventos também foi imediato. Entre os comerciantes locais fixos, 64,5% confirmaram aumento direto nas vendas, e 61,3% realizaram contratações temporárias ou reforço de estoque para atender à demanda.

Nos estandes da feira, 100% dos expositores e costureiros afirmaram que o festival fortalece a identidade econômica de São Domingos do Cariri. Além das vendas diretas, 65,2% dos confeccionistas destacaram o ganho de visibilidade da marca e 43,5% fecharam contatos para encomendas futuras no atacado.

O gasto médio individual do público ficou em R$ 159,25 por pessoa, com destaque para os turistas regionais (R$ 185,29) e comerciantes (R$ 245,16). Os dados comprovam que o Festival da Costura deixou de ser apenas uma festividade tradicional para se firmar como uma política pública de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda sustentável.

Com Ascom