Idosa de 94 anos é vítima de bala perdida, em cidade da Paraíba

Um idosa de 94 anos foi vítima de uma bala perdida, na cidade de Pedras de Fogo, no Litoral Sul da Paraíba, na noite desta terça-feira (2). Marília Adilia da Conceição, de 94 anos, estava em frente de casa quando os tiros começaram.

Conforme informações do posto da Polícia Militar no Hospital de Trauma, houve uma briga entre dois grupos criminosos rivais e a idosa, que estava em frente de casa, acabou sendo atingida por um tiro na orelha direita.

Marília Adilia deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa por volta das 21h20 e o estado de saúde dela, de acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, é considerado grave. Ninguém foi preso suspeito de efetuar os disparos.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1