Homens são presos suspeitos de participarem de explosão a banco na prefeitura de Soledade

Dois homens foram presos suspeitos de envolvimento com a explosão de um terminal de autoatendimento, localizado na sede da Prefeitura de Soledade, no Agreste da Paraíba. A prisão foi feita pela Polícia Federal (PF) durante uma operação realizada nesta quinta-feira (7). A cidade onde aconteceu a prisão não foi divulgada pelo órgão.

A ação recebeu o nome de Feneco e foi deflagrada após uma denúncia anônima, conforme a PF. Outro homem suspeito de envolvimento com a ação foi identificado, mas ainda não foi preso. Ao todo, cinco homens teriam participado da ação, que foi realizada em maio de 2016, pelo grupo que invadiu o local e fugiu em seguida, causando um prejuízo de R$ 88.507 ao correspondente bancário.

Ainda conforme a PF, as investigações continuam para identificação e prisão de mais pessoas ligadas à ação criminosa.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1