Homem mata primo a tiros por provocação política no Sertão da Paraíba

Uma briga entre lulistas e bolsonaristas pode ter motivado a morte de um homem na madrugada deste sábado (27) na Zona Rural de São João do Rio do Peixe, no Sertão do Estado.

A Polícia Militar informou que foi acionada por volta das 2h da madrugada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), com o relato de que havia uma vítima de arma de fogo precisando de socorro no referido endereço.

De imediato se deslocaram PM e SAMU e ao chegarem no local o médico plantonista constatou o óbito da vítima.

Testemunhas informaram à polícia que o suspeito teria efetuado o crime por motivação política, visto que, ambos haviam feito uma aposta em época de eleição e conforme o relato, o suspeito reclamava que Edvan zombava dele por ter perdido a aposta.

Ainda de acordo com o que foi passado para a polícia, na madrugada deste sábado (27), ambos se encontraram no bar, e após uma discussão o suspeito foi em casa e retornou com uma arma. Ao chegar de volta no estabelecimento ele disparou várias vezes contra a vítima e em seguida foragiu.

A PM isolou o local e após procedimentos da Polícia Civil o corpo foi removido ao IPC de Cajazeiras para realização da necrópsia.

A polícia realizou diligências, mas até a publicação desta matéria, o suspeito ainda permanecia foragido.

Com Diário do Sertão

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1