Homem mata ex-companheira a facadas em cidade do Cariri

Uma confeiteira foi morta a facadas pelo ex-marido na noite desta sexta-feira (24), no município de Caturité, Cariri da Paraíba. A mulher morreu dentro da ambulância, quando estava a caminho do hospital. Depois de esfaquear a mulher, o homem também teria desferido golpes de faca contra o próprio corpo. O suspeito foi socorrido e está internado no Hospital de Trauma de Campina Grande.

De acordo com as primeiras informações da Polícia Militar, com base em relatos de familiares, a mulher havia se separado do suspeito e morava em Campina Grande, onde tinha assumido um novo relacionamento, mas costumava ir nos fins de semana para Caturité visitar parentes. O casal se separado há seis meses e tinha filhos.

Por volta das 19h, o Hospital de Trauma de Campina Grande confirmou que o suspeito deu entrada na unidade, mas ainda não havia detalhes sobre o estado de saúde dele. O suspeito foi levado direto para o centro cirúrgico.

Equipes da Polícia Civil estão acompanhando o caso. A Polícia Militar está fazendo a custódia do suspeito no Hospital de Trauma de Campina Grande.

De Olho no Cariri 

Informações com G1

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1