Gurjãoense tem veículo roubado em Juazeirinho e pede ajuda da população para recuperá-lo

O morador da cidade Gurjão, no Cariri da Paraíba, Edgley Bezerra da Silva, está à procura do seu carro, um Fiat Uno de cor azul marinho, placas LBA 9174 Rio de Janeiro. O veículo foi furtado de um estacionamento de uma vaquejada, neste domingo (14), na cidade de Juazeirinho, Seridó da Paraíba.

O gurjãoense Edgley pede ajuda da população da região e que fiquem atentos quanto a esse carro. Ele é morador do sítio Cipriano e usava o veículo para tudo. “Era o veículo que utilizávamos para os trabalhos do sítio e para os cuidados com os meus pais, um casal de idosos que precisa se locomover para tratamentos de saúde”, contou.

Edgley já prestou queixa na Delegacia de Juazeirinho, os policiais já estão nas buscas, mas a população é quem pode ajudar passando informações. Qualquer notícia sobre o carro furtado, as pessoas podem ligar para o telefone (83) 98830-9605, do filho de Edgley, Ociano, que também está ajudando nas buscas.

De Olho no Cariri

Informações Paraíba em Debate

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1