Grupo explode agência dos Correios de Boa Vista

Um grupo de cinco homens explodiu a agência dos Correios do município de Boa Vista, na Região Metropolitana de Campina Grande, durante a madrugada desta sexta-feira (28). Na explosão, parte do teto do estabelecimento caiu e a polícia ainda não sabe se os criminosos conseguiram levar o dinheiro.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, o grupo chegou à cidade em dois carros e seguiu direto para a agência dos Correios, onde explodiu o cofre. O impacto da explosão foi tão grande, que parte do teto do estabelecimento desabou.

Quando a polícia chegou ao local, os assaltantes já haviam fugido e a agência estava destruída. Os policiais não souberam informar se o grupo conseguiu levar o dinheiro do cofre, nem para qual destino eles fugiram após a ação. Rondas estão sendo realizadas neste momento para tentar identificar os suspeitos.

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri