Gaeco deflagra mais uma fase da Operação Calvário e conta com apoio da PRF

O Gaeco deflagrou nesta manhã de terça-feira (30) uma operação com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), contra corrupção na Paraíba. De acordo com informações os agentes do Gaeco e policiais da PRF se encontram em prédios de João Pessoa e a ação está ligada a Operação Calvário.

Ao todo são 18 mandados de busca e apreensão sendo cumpridos em João Pessoa. Os mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva foram deferidos pelo desembargador Ricardo Vital, do Tribunal de Justiça da Paraíba.

O bairros da capital onde está se desencadeando a operação são Portal do Sol, José Américo, Água Fria, Manaíra, Aeroclube, Distrito Industrial, Mangabeira, Cuiá, Costa e Silva e Jaguaribe.

A operação conta com 53 policiais rodoviários federais de três estados, da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Ainda de acordo com informações, os alvos são todos nesta Capital, em Pitimbu e Santa Terezinha, no Sertão da Paraíba.

De acordo com o Gaeco, a operação Calvário, no estado da Paraíba, investiga núcleos de uma organização criminosa comandada por Daniel Gomes da Silva, que é responsável por desvio de recursos públicos, corrupção, lavagem de dinheiro e peculato, através de contratos firmados junto a unidades de saúde do Estado, com valores chegando a R$ 1,1 bilhão, possuindo atuação em outras unidades da federação, e exemplo do Rio de Janeiro.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1