FEMINICÍDIO: Mais uma mulher é morta a facadas pelo marido na Paraíba

Uma mulher foi morta a facadas na noite desta sexta-feira (10), no bairro Esplanada, em João Pessoa. O suspeito do crime é o esposo da vítima que está foragido.

De acordo com a Polícia Militar, a auxiliar de serviços gerais Isaura Maria, 36 anos, estava em casa com o marido, o mecânico Tarcísio Filho, quando foi iniciada uma discussão entre o casal. Ainda segundo a polícia, o homem se armou com uma faca e deu vários golpes na mulher.

Amigos da vítima informaram que o casal vivia em constantes brigas e ele a agredia com frequência. O suspeito do crime fugiu em uma moto após matar a esposa. Ele até a publicação da reportagem não tinha sido preso.

O caso será investigado pela Delegacia de  Homicídios de João Pessoa.

Com PB Hoje

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1