Polícia prende suspeito de matar idoso na região das Serras de Serra Branca

EXCLUSIVO: A Delegacia de Serra Branca prendeu nesta quinta-feira (18) o homem acusado de assassinar o idoso Genival Alves Nicolau, morador do sítio Angico de Baixo, zona rural de Serra Branca. Seu Genival foi assassinado no último dia 17 de março, vítimas de vários golpes de faca.

Segundo informações apuradas pelo portal De Olho no Cariri, o acusado do crime, que inclusive confessou a autoria, é Manuel Edivânio Santos da Silva, de 37 anos, natural de São João do Tigre, mas que morava em Sumé há um bom tempo.

De acordo com a investigação comandada pelo delegado Dr. Edson Vasconcelos e sua equipe de agentes, Manoel Edivânio estava há alguns meses morando no sítio Angico e trabalhando por lá, com comportamento suspeito. Ele conhecia seu Genival e sabia que ele sempre deixava as portas de sua casa abertas, aproveitou e foi fazer um furto.

Lá chegando acabou por se deparar com Genival e com medo de ser atacado pelo mesmo entrou em luta corporal com a vítima e a matou com golpes de peixeira.

O suspeito disse em depoimento à polícia que ainda revirou a casa em busca de dinheiro, mas que só encontrou R$20,00 e fugiu. O crime está, portanto, configurado como um latrocínio e o acusado que já foi preso outra vez voltou para a cadeia, estando recolhido em Serra Branca.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri