Ex-prefeito paraibano e mais 7 pessoas são mantidos reféns em residência

Por volta das 2h deste sábado(30), seis bandidos invadiram uma residência no Sítio Várzea de Lagoa, zona rural do município de Puxinanã, e mantiveram oito pessoas reféns durante cerca de 40 minutos. Entre as vítimas, estão o ex-prefeito da cidade Abelardo Coutinho e o vereador Flávio “Material da Construção”.

O bando estava armado e utilizava máscaras de carnaval e capacetes. Ainda estavam no local dois secretários municipais, dois outros homens, um deles o dono da casa, duas mulheres e duas crianças de dois e cinco anos de idade.

As vítimas viveram momentos de terror e pressão psicológica, além de alguns terem sofrido violência física. Os criminosos diziam estar em busca do dinheiro de venda de gado, obrigaram todos a se deitarem no chão e levaram um dos reféns até uma residência vizinha.

Os bandidos fugiram em motos, deixando todos trancados em um quarto e levando dinheiro e celulares.

Com Blog do Márcio Rangel

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1