Dupla tenta assaltar frentista em agência da Caixa Econômica de Monteiro

Um frentista de um posto de combustível de Monteiro, no Cariri, foi vítima de uma tentativa de assalto na tarde desta terça-feira (2).

De acordo com as informações, o frentista estava indo a agência da Caixa Econômica efetuar o depósito de dinheiro e cheques do Posto, e no caminho percebeu que estava sendo seguindo por dois homens em uma motocicleta.

Após ultrapassar o sinal, ele entrou rapidamente no interior da agência, e o assaltante adentrou no local com arma em punho e anunciou o assalto. O frentista segurou a bolsa com dinheiro e cheques e não entregou ao assaltante, que fugiu com o comparsa sem levar o malote.

A polícia foi acionada e realizou diligências, mas até o momento ninguém foi preso.

 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri