Documento da Polícia Federal confirma plano para matar o deputado Walber Virgolino

A Polícia Federal alertou o deputado estadual Walber Virgulino (Patriota) através de um documento, sobre o possível esquema para matá-lo. Segundo o documento que este colunista teve acesso exclusivo, o alerta foi emitido através de relatório nº 0035/17 em 23 de fevereiro de 2017, época em que Virgulino ocupava a Secretaria de Justiça de Cidadania do Rio Grande do Norte.

Na Sejuc do Rio Grande do Norte, Walber enfrentou a rebelião mais violenta da história do Rio Grande do Norte que aconteceu em janeiro, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, e deixou 26 mortos. Um mês após enfrentar a rebelião, Lampião recebeu este alerta que o PPC/RN estaria montando um plano para o executá-lo.

Em junho do mesmo ano, Virgulino enviou uma carta de exoneração ao governador Robinson Faria, Virgulino alegou “motivo de foro íntimo”, simultaneamente em seu instagram, o delegado paraibano cravou a seguinte frase: “Difícil não é matar um leão por dia. Difícil é conviver com as cobras”.

Informações  com Clilson Júnior – Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1