Criminosos realizam arrastão em posto de saúde e levam moto de funcionária na zona rural de Cabaceiras

EXCLUSIVO: No início da tarde desta terça-feira(07) criminosos fizeram um arrastão, provocando terror na unidade de saúde (PSF) na comunidade do Assentamento Serra do Monte, zona rural de Cabaceiras, cariri paraibano.

De acordo com informações, os meliantes chegaram na unidade de saúde já anunciando o assalto e de pronto, levaram um celular do motorista que transporta a equipe de profissionais da saúde. Os meliantes ainda levaram a moto, uma Honda Titan 160 vermelha 2016 Placa: OFA 2362 de campina grande, da funcionária Emanuela Rodrigues, que reside no sítio Lucas, zona rural de São João do Cariri.

Logo em seguida, os assaltantes fugiram em sentido ignorado. A polícia local já está em diligência na tentativa de capturar os assaltantes.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1