Corpo de mulher é encontrado às margens da BR-230 na Paraíba

O corpo de uma mulher entre 20 e 30 anos de idade foi encontrado com marcas de morte violenta na tarde desta quinta-feira às margens da BR-230, na região de Várzea Nova, no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa. A vítima ainda não foi identificada.

Segundo informações, a mulher foi encontrada por trabalhadores que estavam capinando o local.

O delegado Rafael Muniz descreveu a vítima como uma mulher de pele parda, com idade entre 20 e 30 anos e estava usando uma bermuda e uma blusa curta.

Nenhum parente compareceu ao local para fazer o reconhecimento do corpo.

O corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB), onde será submetido à necropsia e a outros exames que poderão auxiliar na identificação da vítima e no esclarecimento das circunstâncias da morte.

A Polícia Civil informou que essa mulher continua sem identificação.

Com MaisPB

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A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início. O objetivo é ampliar o conhecimento de gestantes e da população sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como fortalecer o conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do tema.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Com Agência Brasil