CLIQUE E VEJA AS FOTOS: Polícia divulga imagens dos quatro suspeitos de assaltar carro forte na UEPB

Um dia após um assalto a um carro-forte que abastecia o banco Santander dentro do campus 1 da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, as aulas foram retomadas, mas com presença reduzida de alunos, que ainda estão traumatizados. As imagens dos suspeitos foram gravadas por câmeras de segurança da UEPB e divulgadas na imprensa estadual pelas forças de segurança. Na UEPB, estudante e funcionários estão recebendo acompanhamento de assistentes sociais e psicólogos.

A aluna Natália Rodrigues relatou o grande susto no momento em que os tiros começaram a ser disparados. “A gente estava se preparando para descer e de repente todo mundo gritando e correndo. Um colega nosso pulou da janela e outro pulou do primeiro andar. Hoje a gente procurou se comunicar para todo mundo ficar bem”, disse Natália.

Uma das estudantes que pulou uma das janelas do campus foi Maria Alessandra. Segundo ela, o salto foi motivado por medo de que o ataque se tratasse de um massacre contra alunos da instituição. Além dela, outros dois estudantes continuam internados por ferimentos.

“A gente viu um pessoal correndo pelo corredor, todo mundo em desespero achando que era um massacre e começou a pular. Várias pessoas fraturaram o tornozelo e tiveram arranhões. Foi um desespero total”, contou Maria Alessandra.

Caixas não receberão mais abastecimento

Também em entrevista, o reitor da UEPB, Rangel Júnior, contou que já determinou, pela segunda vez, que o banco não abasteça mais os caixas eletrônicos na instituição.

“No nosso contrato com o banco não havia a obrigatoriedade de abastecer. Quando o banco instalou essa estrutura, a condição era de que toda movimentação deveria ser eletrônica. Posteriormente, com muita pressão da comunidade que queria ter uma facilidade na movimentação de dinheiro, cedemos. O que restou provado é que tínhamos razão quando vetamos a movimentação. Daqui para frente isso não será mais permitido”, afirmou Rangel Júnior.

Com Portal Correio

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1