Casal é preso suspeito de estuprar e vender imagens de sexo com crianças na Paraíba

Um casal foi preso São Paulo suspeito de estuprar e vender imagens de sexo com crianças, na cidade de Areia, na Paraíba. A prisão aconteceu após mandados de prisão serem expedidos na Paraíba.

Na residência do casal foram encontrados três celulares e um notebook. No celular da mulher foram encontradas imagens dos filhos do casal sem roupa.

A delegada Ivalda Aleixo informou que também foram encontrados vídeos pornográficos com adultos, tanto homens quanto mulheres. Ainda segundo a delegada, eles também são acusados pelo crime de estupro de vulnerável e conjunção libidinosa com um menor de idade.

O casal não resistiu a prisão, porém negou as acusações. Eles informaram a Polícia Civil, que no período das acusações eles não estavam na Paraíba. A Polícia contesta a versão dada pelos suspeitos.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1