Caririzeiro morre após colidir com animal entre as cidades de Congo e Camalaú

Na manhã desta terça-feira (12) um acidente foi registrado entre as cidades de Congo e Camalaú. Edgar Macena funcionário da secretaria de obras de Sumé faleceu em um acidente de moto na rodovia PB 196, que liga Camalaú ao Congo, especificamente entre no Sítio Projeto, entre os sítios Madeira e Ipueiras.
 
De acordo com as primeiras informações, Edgar Macena, estava se deslocando para o local de trabalho quando colidiu com um jumento que trafegava pela rodovia. A colisão foi fatal e Edgar foi a óbito no próprio local do acidente.
 
A perícia foi acionada para fazer a remoção do corpo, a polícia militar já esta no local aguardando a chegada dos peritos. Edgar Macena era ex-funcionário da Prefeitura de Camalaú e atualmente estava como servidor efetivo da Prefeitura de Sumé há cerca de um ano.
De olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1