Carga com mais de dois mil milheiros de sacolas biodegradáveis é apreendida em cidade do Cariri

Um caminhão com mais de 2.600 milheiros de sacolas plásticas personalizadas biodegradáveis sem nota fiscal foi apreendido neste fim de semana no Posto Fiscal de Alcantil, cariri paraibano, pela Receita Estadual. O Posto Fiscal fica localizado na BR-104, na divisa com Pernambuco.

O motorista do caminhão, que vinha do Estado do Paraná transportando sacolas plásticas, apresentou Documento Auxiliar de Manifesto Eletrônico do Documento Fiscal (DAMDF-e) com diversas notas fiscais com destinos aos estados da Paraíba, do Rio Grande do Norte e de Alagoas, mas com irregularidade. No entanto, o número de milheiros da nota fiscal, por exemplo, era bem inferior à totalidade da carga transportada no caminhão.

Os auditores fiscais da 3ª Região da Receita Estadual, com sede em Campina Grande, fizeram uma diligência na carga no Depósito do Fisco Estadual em Campina Grande e verificaram que o veículo transportava na verdade 3.854 milheiros. Portanto, 2.673 milheiros estavam sem nenhum documento fiscal acobertando a circulação do produto, levando a apreensão e autuação por transporte de mercadorias desacompanhadas de documentação fiscal. O valor da carga sem nota fiscal somou R$ 171.475,00, gerando uma cobrança de ICMS de R$ 30.865,50 e mais outros R$ 30.865,50 de multa. Caso a multa seja paga em até 30 dias, a lei do ICMS prevê redução de 50%.

O manifesto auxiliar serve para acompanhar a carga transportada e discriminar o conteúdo. Essa é mais uma forma de apresentar à fiscalização os documentos referentes às mercadorias em trânsito. Por meio do Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (DAMDF-e), é possível para as unidades da federação o controle dos documentos fiscais vinculados aos MDF-e emitidos.

Fiscalização intensificada – Os postos fiscais da 3ª Região da Receita Estadual, com sede em Campina Grande, têm intensificado as operações com o intuito de combater à sonegação fiscal na região de Campina Grande, além de inibir o transporte de mercadorias sem documentação fiscal, pendente ou com nota inidônea.

De Olho no Cariri

Informações Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1